Quase me esqueci de que não estou sozinho, toco ao de leve o teu rosto.
O coração deixa de sangrar, olho-a a dormir ao meu lado, longe da minha insónia.
Pouco me importa o que possa acontecer quando acordares.
Estás lá, és um ser presente, tanto ali como aqui dentro, no coração de quem escreve, de quem sente da primeira a ultima letra. Olho-te, e isso basta.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
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