Naquele dia, perguntei a mim mesmo como era possível sentir alguém tão longe e no entanto, poder ler-lhe cada palavra nos seus lábios e cada sentimento nos seus olhos, sabia que tudo desmoronara, que tudo tinha descido a grau zero, nessa noite, o coração batia-me no peito com tanta força, como se a alma quisesse abrir caminho e desatar a correr pelas escadas abaixo, a minha alma afundou-se no liquido espesso e viscoso do ódio cego, tinha os olhos envenenados de lágrimas, depois dessa noite, o meu olhar envelheceu 10 anos e já não sabia quem eu era.
Alguém me disse um dia, que no momento que paramos a pensar se gostamos realmente de alguém, já deixamos de gostar dessa pessoa para sempre, por um segundo daria o braço a torcer, e dizia a essa mesma pessoa que devia ter-lhe dado razão em vês de me rir na cara dela como se fosse uma anedota, faria se ela ainda estivesse comigo.
Mas, existimos enquanto alguém nos recorda, e até o céu se tornar vermelho, e a neve derreter nas tuas mãos, as memórias vão permanecer duradouras como gárgulas de pedra, resistentes, medonhas, e tão altas que um só não chega lá para lhe tocar.
Lembro-me que via estrelas na noite mais negra da minha vida, nessa noite a minha vida resumiu-se a um jogo de migalhas e de esperas, conjurei em vão palavras que não existiam mas que lhe queria oferecer, mas fui incapaz de escrever fosse o que fosse excepto aquele terror inexplicável da sua ausência, de a saber perdida, arrancada pela raiz. Soube que um dia iria voltar para mim, meses ou anos mais tarde, que havia de trazer sempre a sua recordação no contacto de um estranho, de imagens que não me pertenciam, sem saber se era digno de tudo isso, sendo eu apenas um cadáver que se sustem por inércia e memorias.
- Se a vire diga-lhe que estou bem, minta-lhe.
Engoli a saliva com a consistência de cimento armado, inflamou-se-me a boca de malícia, mas mordi a língua, sabia a veneno.
Nessa noite, foi como ir ao céu, sem ser preciso morrer.
domingo, 29 de agosto de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Medo.
Hoje perdi um sonho,e sinto que a vida e uma subida, que quando chego ao fim, tenho sempre algo mais alto a frente, algo que de vista parece impossível, algo que faz com que perca as forças de continuar, e não saiba o que fazer.
Não suporto a ideia de um dia vir a perder-te, mas como e óbvio todos nos temos um fim, e o teu esta próximo, ainda que finja não o vejo ou finja que não vai acontecer nunca e, o coração preenche-se de dor só de imaginar esse fim porque esse fim será o meu fim, e é fodido sentir isso.
Cometi os meus erros, mas eu amo-te como minha mãe e não me consigo imaginar feliz sem te ter ao meu lado porque simplesmente és tudo, foste tu que me ajudaste a construir tudo o que hoje sou, com a paciência que, ninguém tem.
Tudo o que sou hoje, a ti o devo, tudo o que virei a ser vai ser sempre com a tua ajuda, porque não a passo nenhum que não tenha um pingo da tua inspiração.
Não sei descrever o que vi hoje, não sei sequer como será senti-lo dentro de mim e muito menos viver com isso para o resto da vida.
No dia que partires e ficares a tomar conta de mim no céu como dizias quando eu era pequeno, quero que fiques sempre comigo, e quero que sejas sempre o que es minha avó.
Sim, não consigo viver sem ti, desfaço-me em pedaços só de imaginar o que hoje por momentos infernais vi.
Mas eu sei, eu sei que esse dia vai chegar, e terei de manter a cabeça erguida e sei que estarás sempre a olhar por mim, coisa que fizeste toda a tua vida.
A vida é como um teatro, nos somos os seus fantoches, e quando alguém sai da nossa peça, simplesmente porque acabou o seu tempo de exposição e algo difícil de aceitar e conviver.
Já me conheço, ate bem demais e sei como vai ser, vou querer desistir de tudo, mas também sei que tenho pessoas fantásticas comigo que me vão ajudar a suportar a tua perda.
Falo assim como se já tivesses partido,felizmente ainda cá estas, mas hoje disseram-me para me ir habituando a ideia de que um dia te vou perder, e nesse momento tentei imaginar como seria esse dia, e não quero sequer pensar no que vi, porque só de ver, deitou o dia fantástico que tive e deixou-me de rastos.
Parece que adivinhas, eu a escrever para ti e tu telefonas-me, sim notaste logo que estava a chorar, e não consegui esconder-to, mas não te consegui explicar o porque, contaria se fosse outra coisa qualquer, mas esta era impossível, muito menos a ti.
Deixei te preocupada eu sei, mas este assunto e a minha frida e o meu ponto fraco, só eu sei como fico quando me vem a cabeça a imagem de te perder, um dia.
E algo que não consigo bloquear, porque sei que ira acontecer mais cedo ou mais tarde, e é algo que terei de ultrapassar por muito que me desmonte em pedaços, tenho de saber me montar a mim próprio, por muito que isso demore por muito que saiba que vai ser difícil.
Complementas-me. Amo-te Avó.
Não suporto a ideia de um dia vir a perder-te, mas como e óbvio todos nos temos um fim, e o teu esta próximo, ainda que finja não o vejo ou finja que não vai acontecer nunca e, o coração preenche-se de dor só de imaginar esse fim porque esse fim será o meu fim, e é fodido sentir isso.
Cometi os meus erros, mas eu amo-te como minha mãe e não me consigo imaginar feliz sem te ter ao meu lado porque simplesmente és tudo, foste tu que me ajudaste a construir tudo o que hoje sou, com a paciência que, ninguém tem.
Tudo o que sou hoje, a ti o devo, tudo o que virei a ser vai ser sempre com a tua ajuda, porque não a passo nenhum que não tenha um pingo da tua inspiração.
Não sei descrever o que vi hoje, não sei sequer como será senti-lo dentro de mim e muito menos viver com isso para o resto da vida.
No dia que partires e ficares a tomar conta de mim no céu como dizias quando eu era pequeno, quero que fiques sempre comigo, e quero que sejas sempre o que es minha avó.
Sim, não consigo viver sem ti, desfaço-me em pedaços só de imaginar o que hoje por momentos infernais vi.
Mas eu sei, eu sei que esse dia vai chegar, e terei de manter a cabeça erguida e sei que estarás sempre a olhar por mim, coisa que fizeste toda a tua vida.
A vida é como um teatro, nos somos os seus fantoches, e quando alguém sai da nossa peça, simplesmente porque acabou o seu tempo de exposição e algo difícil de aceitar e conviver.
Já me conheço, ate bem demais e sei como vai ser, vou querer desistir de tudo, mas também sei que tenho pessoas fantásticas comigo que me vão ajudar a suportar a tua perda.
Falo assim como se já tivesses partido,felizmente ainda cá estas, mas hoje disseram-me para me ir habituando a ideia de que um dia te vou perder, e nesse momento tentei imaginar como seria esse dia, e não quero sequer pensar no que vi, porque só de ver, deitou o dia fantástico que tive e deixou-me de rastos.
Parece que adivinhas, eu a escrever para ti e tu telefonas-me, sim notaste logo que estava a chorar, e não consegui esconder-to, mas não te consegui explicar o porque, contaria se fosse outra coisa qualquer, mas esta era impossível, muito menos a ti.
Deixei te preocupada eu sei, mas este assunto e a minha frida e o meu ponto fraco, só eu sei como fico quando me vem a cabeça a imagem de te perder, um dia.
E algo que não consigo bloquear, porque sei que ira acontecer mais cedo ou mais tarde, e é algo que terei de ultrapassar por muito que me desmonte em pedaços, tenho de saber me montar a mim próprio, por muito que isso demore por muito que saiba que vai ser difícil.
Complementas-me. Amo-te Avó.
sábado, 3 de abril de 2010
Ser quem és..e nao quem queres ser
Eu sei que a vida não e fácil, eu próprio sou a sua prova, nos dias em que te sentes um lixo, e não sentes nenhuma mão a puxar-te para a realidade, quando sentes que todos os que mais amam parecem retribuir-te da pior maneira, não te esqueças do que és e do que vales, não te esqueças que todos temos um coração, todos nos, mas cada um o usa de maneiras diferentes, já a muito que não escrevia, mas escrevo te estas palavras, para que mais uma vez te prove que estou aqui, para agarrar a tua mão sempre que ela pedir o meu auxilio.
Na vida vamos muitas vezes abaixo, ganha força com as minhas palavras e levanta-te as vezes que forem precisas, sempre sempre de cabeça erguida, quando o fizeres verás que nada nem ninguém te conseguira deitar abaixo, nem muito menos tentar.
Não estas sozinha, não vou deixar-te a mercê das pessoas que te querem a chorar, elas acham que és frágil e fraca, prova ao mundo com os teus olhos que és mais forte que qualquer muralha, e não vais abaixo com qualquer terramoto que faça estragos, e se fizer, eu estarei la a carregar cada pedra, ou seja erguer de novo a muralha, e prepara-la para mais uma luta, prepara-la para as rasteiras da vida.
Não te quero longe de mim, estas sobre a minha alçada, estas sobre o meu olhar protector e lembra-te que sempre que estiveres a ir abaixo eu sinto porque os teus olhos são os meus e somos como irmãos, um sente outro também, um cai o outro cai com ele.
Não sei o porque de te estar a escrever isto, porque o que aqui te digo já o sabes, mas como te disse um dia, quero ser o teu carregador de energia e quero que vejas esta carta como uma prova de que não o digo por dizer, porque no mundo a 4 coisas que não voltam atrás:
- a bala perdida
- a pedra lançada
- a palavra prenunciada
- e a oportunidade perdida
E eu não vou perder a oportunidade de te ajudar a crescer, e a ser alguém forte e confiante nos passos que da, e nas escolhas que toma, amo-te como minha irmã, não irmã de amizade, mas irmã genuína e verdadeira, oiço-te e deixo que me entres no coração e deixo que sejas os meus olhos e a minha maneira de ver o mundo, não sou a pessoa mais forte do mundo, muito pelo contrario não sou nenhum exemplo a seguir, mas por te amar tanto não quero que sejas como eu, mas quero que sejas mais que eu.
Na vida existem situações em que simplesmente o mundo para, a temperatura não existe e o oxigénio deixa de fazer sentido entrar nos pulmões, só porque alguém nos tenta matar por dentro, as vezes sentimos que o nosso único caminho e o penhasco a nossa frente ou sentimos que apontar uma arma a cabeça e apertar o gatilho e explodir com os pensamentos e sentimentos são a única saída para os problemas e buracos que a vida nos põe a frente, por vezes achamos que o mal nos faz bem e o bem nos torna em algo mau, mas sabe sempre que mais forte que a tentativa de desistência ou a velocidade de uma bala cabeça a dentro e a força da alma e a força de vontade de cair e levantar, chorar e limpar, ajudar e deixar ser ajudado, porque só assim se consegue perceber o sentido da nossa existência, e mesmo que a duvida do porque de existires não te apareça no emaranhado de pensamentos que te bombardeiam a cada segundo, a tua existência e o seu significado és tu que o defines não as pessoas que to tentam por a frente dos olhos rebaixando-te e fazendo-te sentir como lixo e sozinha dentro dele.
Não deixes que digam que não és linda.
Na vida vamos muitas vezes abaixo, ganha força com as minhas palavras e levanta-te as vezes que forem precisas, sempre sempre de cabeça erguida, quando o fizeres verás que nada nem ninguém te conseguira deitar abaixo, nem muito menos tentar.
Não estas sozinha, não vou deixar-te a mercê das pessoas que te querem a chorar, elas acham que és frágil e fraca, prova ao mundo com os teus olhos que és mais forte que qualquer muralha, e não vais abaixo com qualquer terramoto que faça estragos, e se fizer, eu estarei la a carregar cada pedra, ou seja erguer de novo a muralha, e prepara-la para mais uma luta, prepara-la para as rasteiras da vida.
Não te quero longe de mim, estas sobre a minha alçada, estas sobre o meu olhar protector e lembra-te que sempre que estiveres a ir abaixo eu sinto porque os teus olhos são os meus e somos como irmãos, um sente outro também, um cai o outro cai com ele.
Não sei o porque de te estar a escrever isto, porque o que aqui te digo já o sabes, mas como te disse um dia, quero ser o teu carregador de energia e quero que vejas esta carta como uma prova de que não o digo por dizer, porque no mundo a 4 coisas que não voltam atrás:
- a bala perdida
- a pedra lançada
- a palavra prenunciada
- e a oportunidade perdida
E eu não vou perder a oportunidade de te ajudar a crescer, e a ser alguém forte e confiante nos passos que da, e nas escolhas que toma, amo-te como minha irmã, não irmã de amizade, mas irmã genuína e verdadeira, oiço-te e deixo que me entres no coração e deixo que sejas os meus olhos e a minha maneira de ver o mundo, não sou a pessoa mais forte do mundo, muito pelo contrario não sou nenhum exemplo a seguir, mas por te amar tanto não quero que sejas como eu, mas quero que sejas mais que eu.
Na vida existem situações em que simplesmente o mundo para, a temperatura não existe e o oxigénio deixa de fazer sentido entrar nos pulmões, só porque alguém nos tenta matar por dentro, as vezes sentimos que o nosso único caminho e o penhasco a nossa frente ou sentimos que apontar uma arma a cabeça e apertar o gatilho e explodir com os pensamentos e sentimentos são a única saída para os problemas e buracos que a vida nos põe a frente, por vezes achamos que o mal nos faz bem e o bem nos torna em algo mau, mas sabe sempre que mais forte que a tentativa de desistência ou a velocidade de uma bala cabeça a dentro e a força da alma e a força de vontade de cair e levantar, chorar e limpar, ajudar e deixar ser ajudado, porque só assim se consegue perceber o sentido da nossa existência, e mesmo que a duvida do porque de existires não te apareça no emaranhado de pensamentos que te bombardeiam a cada segundo, a tua existência e o seu significado és tu que o defines não as pessoas que to tentam por a frente dos olhos rebaixando-te e fazendo-te sentir como lixo e sozinha dentro dele.
Não deixes que digam que não és linda.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Penso como seria...
Alguma vez olhaste nos olhos de sofrimento
Alguma vez pensaste que tudo podes perder
Num único momento isso pode acontecer
Como te sentias a ver quem mais amas desaparecer?
Querer dizer um adeus
Adeus que não disseste
Guardares um Olá
Olá que não podes dar
Pedires pra voltar atrás e nada poderes fazer
Pedires uma oportunidade e não a poderes ter
O sofrimento cresce e a esperança desaparece
O dia fica mais sombrio e o tempo não quer passar
Não contem essas lágrimas que doem a escorrer
Nem sempre o que esperamos é o que vemos acontecer
Cada vez mais pergunto o que estou aqui a fazer
E qual é o meu lugar
Penso como seria se tudo pudesse mudar
Choro a dor de não te poder abraçar
Grito a raiva de não te poder tocar
Respiro a angustia que parece não me querer abandonar
Sinto que uma parte de mim foi retirada
Sinto a vibração negativa que motiva a caminhada
Se contigo sonhei vejo resumido a nada
Vi a ausência infinita e presença eterna
A porta da felicidade fechasse lentamente
Vejo que se passa mas não sou interveniente
Penso como seria se morasse lado a lado com a sorte
Penso como seria se o meu reconhecimento vivesse antes da morte
Cadernos cheios de versos e sem ti já nada rima
Entrego-me nos braços do destino e da fé
Hoje sou como a pauta sem o dó e sem o ré
Escrevo teu nome no céu em gestos letos
Penso como fomos em perfundos pensamentos
O amanha é incerto e encontras as ultimas forças pra lutar
Não quero esquecer, prefiro-te guardar
O gosto amargo na boca não me deixa sorrir
Sonho com o dia em que a paz vai surgir
Penso como seria se ainda estivesses aqui
Penso como seria se ainda me pudesses ouvir
Alguma vez pensaste que tudo podes perder
Num único momento isso pode acontecer
Como te sentias a ver quem mais amas desaparecer?
Querer dizer um adeus
Adeus que não disseste
Guardares um Olá
Olá que não podes dar
Pedires pra voltar atrás e nada poderes fazer
Pedires uma oportunidade e não a poderes ter
O sofrimento cresce e a esperança desaparece
O dia fica mais sombrio e o tempo não quer passar
Não contem essas lágrimas que doem a escorrer
Nem sempre o que esperamos é o que vemos acontecer
Cada vez mais pergunto o que estou aqui a fazer
E qual é o meu lugar
Penso como seria se tudo pudesse mudar
Choro a dor de não te poder abraçar
Grito a raiva de não te poder tocar
Respiro a angustia que parece não me querer abandonar
Sinto que uma parte de mim foi retirada
Sinto a vibração negativa que motiva a caminhada
Se contigo sonhei vejo resumido a nada
Vi a ausência infinita e presença eterna
A porta da felicidade fechasse lentamente
Vejo que se passa mas não sou interveniente
Penso como seria se morasse lado a lado com a sorte
Penso como seria se o meu reconhecimento vivesse antes da morte
Cadernos cheios de versos e sem ti já nada rima
Entrego-me nos braços do destino e da fé
Hoje sou como a pauta sem o dó e sem o ré
Escrevo teu nome no céu em gestos letos
Penso como fomos em perfundos pensamentos
O amanha é incerto e encontras as ultimas forças pra lutar
Não quero esquecer, prefiro-te guardar
O gosto amargo na boca não me deixa sorrir
Sonho com o dia em que a paz vai surgir
Penso como seria se ainda estivesses aqui
Penso como seria se ainda me pudesses ouvir
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Hoje, mas só hoje...
Esta noite, tudo parece mais escuro.
Talvez porque o dia me correu mal ou porque simplesmente me falta algo cá dentro, algo que não tenho e sempre procurei.
Uma noite complicada, para um dia difícil, perfeito!
Hoje senti a superfície do incomodo aperto no coração.
Hoje senti o peso das memórias a invadirem-me como um vírus sem cura, ardendo nos olhos e apertando o coração.
Ao senti-las comerem tudo o que restava de mim, sinto que as coisas que não disse ainda assim têm peso para os outros, bem queria mas não as consigo fazer parar.
Hoje não me consigo olhar nos olhos, porque sei que se o fizer, não vou sentir nada, pois apenas hoje eles não brilham, ainda que a noite esteja hoje mais escura que o normal as estrelas não deixam de brilhar.
Hoje, mas só hoje a frase "please keep fighting" aperta-me cá dentro com tamanha força, que perco a noção do meu caminho, não sabendo o que fazer.
Hoje, mas só hoje sinto-me um corpo gélido e seco sem destino,ainda que não acredite nele, sei que ele me controla, e pelo rumo que levo, e pelo dia de hoje, acho que ele não simpatiza muito comigo.
Hoje, mas só hoje o meu coração bateu como os tambores de uma orquestra! Com tanta força que parecia que ia rebentar, tão depressa que perdi a conta todas as vezes que tentei contar os seus batimentos.
Hoje mas só hoje, senti que não era eu, senti que era outra coisa qualquer.
Hoje mas só hoje, tive um dia destruidor e implacável que não me deixou aproveitar todos os momentos que podiam ter sido felizes, e depois de algumas palavras, esses momentos desvaneceram como de um dia cinzento para uma noite medonha e tão sombria como a de hoje, mas só hoje.
Talvez porque o dia me correu mal ou porque simplesmente me falta algo cá dentro, algo que não tenho e sempre procurei.
Uma noite complicada, para um dia difícil, perfeito!
Hoje senti a superfície do incomodo aperto no coração.
Hoje senti o peso das memórias a invadirem-me como um vírus sem cura, ardendo nos olhos e apertando o coração.
Ao senti-las comerem tudo o que restava de mim, sinto que as coisas que não disse ainda assim têm peso para os outros, bem queria mas não as consigo fazer parar.
Hoje não me consigo olhar nos olhos, porque sei que se o fizer, não vou sentir nada, pois apenas hoje eles não brilham, ainda que a noite esteja hoje mais escura que o normal as estrelas não deixam de brilhar.
Hoje, mas só hoje a frase "please keep fighting" aperta-me cá dentro com tamanha força, que perco a noção do meu caminho, não sabendo o que fazer.
Hoje, mas só hoje sinto-me um corpo gélido e seco sem destino,ainda que não acredite nele, sei que ele me controla, e pelo rumo que levo, e pelo dia de hoje, acho que ele não simpatiza muito comigo.
Hoje, mas só hoje o meu coração bateu como os tambores de uma orquestra! Com tanta força que parecia que ia rebentar, tão depressa que perdi a conta todas as vezes que tentei contar os seus batimentos.
Hoje mas só hoje, senti que não era eu, senti que era outra coisa qualquer.
Hoje mas só hoje, tive um dia destruidor e implacável que não me deixou aproveitar todos os momentos que podiam ter sido felizes, e depois de algumas palavras, esses momentos desvaneceram como de um dia cinzento para uma noite medonha e tão sombria como a de hoje, mas só hoje.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Medo do escuro...
Um dia...
Quando a madrugada florir e eu não estiver cá para te abraçar, pensa no que significa ou significou.
Quando a noite aparecer e eu não estiver cá, enche de luz esse coração e brilha com o que eu sinto por ti.
Um dia vais embora e eu não vou ter brilho para me iluminar a escuridão dos dias a partir desse dia, mesmo que o sol cá fora não se esconda, mesmo que cá fora seja meio dia o dia todo, sabe que sem ti estarei na escuridão, vou estar só.
Não te vás embora, e ilumina-me a vida, e tem a certeza de que o que nos mantém iluminados é o amor que sentimos.
Um dia de madrugada ou dia que seja e tu não estejas comigo ou dentro de mim, tudo o que tem cor depressa se desvanece e tudo o que me mantém vivo depressa morre.
Mas se um dia acordares e eu não estiver, olha para o lado, e da-me um beijo, porque independentemente das voltas que a terra dará ou mesmo o tempo a minha volta, sabe que para mim, o meu mundo parou quando te encontrei e olhaste nos meus olhos.
Eu estarei dentro de ti e tu dentro de mim, mesmo que tudo fique escuro e não haja luz para ver as cores ou sonhar a meias.
A nossa história está gravada, e mesmo que não haja luz para a conseguires ler, sente-a dentro de ti porque a nossa história não foi feita para ler e pensar nela e quanto é/foi bom, a nossa história é para acrescentar mais uma linha todas as noites.
Na manhã que acordar e não te sentir ao meu lado, voltarei a adormecer, e assim permanecerei até que te lembres de voltar, que te lembres de que só contigo tenho luz, para não ter medo do escuro.
Quando a madrugada florir e eu não estiver cá para te abraçar, pensa no que significa ou significou.
Quando a noite aparecer e eu não estiver cá, enche de luz esse coração e brilha com o que eu sinto por ti.
Um dia vais embora e eu não vou ter brilho para me iluminar a escuridão dos dias a partir desse dia, mesmo que o sol cá fora não se esconda, mesmo que cá fora seja meio dia o dia todo, sabe que sem ti estarei na escuridão, vou estar só.
Não te vás embora, e ilumina-me a vida, e tem a certeza de que o que nos mantém iluminados é o amor que sentimos.
Um dia de madrugada ou dia que seja e tu não estejas comigo ou dentro de mim, tudo o que tem cor depressa se desvanece e tudo o que me mantém vivo depressa morre.
Mas se um dia acordares e eu não estiver, olha para o lado, e da-me um beijo, porque independentemente das voltas que a terra dará ou mesmo o tempo a minha volta, sabe que para mim, o meu mundo parou quando te encontrei e olhaste nos meus olhos.
Eu estarei dentro de ti e tu dentro de mim, mesmo que tudo fique escuro e não haja luz para ver as cores ou sonhar a meias.
A nossa história está gravada, e mesmo que não haja luz para a conseguires ler, sente-a dentro de ti porque a nossa história não foi feita para ler e pensar nela e quanto é/foi bom, a nossa história é para acrescentar mais uma linha todas as noites.
Na manhã que acordar e não te sentir ao meu lado, voltarei a adormecer, e assim permanecerei até que te lembres de voltar, que te lembres de que só contigo tenho luz, para não ter medo do escuro.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Snuff
Um dia, a noite vai-se embora e eu não vou ter ninguém para falar.
Um dia meu anjo, toda essa tua luz vai salvar a minha vida.
Um dia, quando te decidires fazer-me feliz, eu estarei la, a espera que as tuas asas me cubram de frio.
Um dia que as estrelas não brilhem e o meu coração pare, quero sentir o teu cabelo preto nas minhas mãos e sentir o teu cheiro, como ultima sensação.
Quero o mar a preencher o meu coração, com o teu nome como som das ondas, e o sol como o teu olhar.
Um dia que eu seja feliz, e o teu coração seja o meu coração, quero a lua, quero o mundo quero tu, quero as sensações mais bonitas do mundo, quero as cores nos meus olhos e os cheiros no meu cérebro.
Quero a tua fotografia gravada no meu peito, e a tua voz no meu pensamento.
Deixas-me sentir o teu toque no meu rosto, no meu ultimo suspiro e a tua voz até ao ecoar até ao mundo que até hoje os vivos desconhecem.
Mas promete-me que no dia que me quiseres não me dizes, pois esse dia será o meu dia, e esse dia será o meu fim.
Um dia que as cordas musicais não me fizerem sentido, e as cores não me revelarem significado, as palavras não me fizerem sentido, e todo o meu sangue que me corre pelo corpo se transformar em areia, prova que eu tinha razão, e nos estávamos destinados a ser felizes.
É normal que não o digas, os anjos mentem para manter o controlo.
Lembra-te que todo o dia tem fim, e toda a escuridão tem um pingo de luz, tu.
Um dia meu anjo, toda essa tua luz vai salvar a minha vida.
Um dia, quando te decidires fazer-me feliz, eu estarei la, a espera que as tuas asas me cubram de frio.
Um dia que as estrelas não brilhem e o meu coração pare, quero sentir o teu cabelo preto nas minhas mãos e sentir o teu cheiro, como ultima sensação.
Quero o mar a preencher o meu coração, com o teu nome como som das ondas, e o sol como o teu olhar.
Um dia que eu seja feliz, e o teu coração seja o meu coração, quero a lua, quero o mundo quero tu, quero as sensações mais bonitas do mundo, quero as cores nos meus olhos e os cheiros no meu cérebro.
Quero a tua fotografia gravada no meu peito, e a tua voz no meu pensamento.
Deixas-me sentir o teu toque no meu rosto, no meu ultimo suspiro e a tua voz até ao ecoar até ao mundo que até hoje os vivos desconhecem.
Mas promete-me que no dia que me quiseres não me dizes, pois esse dia será o meu dia, e esse dia será o meu fim.
Um dia que as cordas musicais não me fizerem sentido, e as cores não me revelarem significado, as palavras não me fizerem sentido, e todo o meu sangue que me corre pelo corpo se transformar em areia, prova que eu tinha razão, e nos estávamos destinados a ser felizes.
É normal que não o digas, os anjos mentem para manter o controlo.
Lembra-te que todo o dia tem fim, e toda a escuridão tem um pingo de luz, tu.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Máscara
A minha ausência serve-te como um esquema de roldanas que te seguram à vida, usa-la pra fazer de conta que te desconheces.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Vingança
Aqui estou eu, esta noite, para te chamar..
Não para perto de mim, mas para dentro de mim.
Numa noite de convivo soube que existias, bem la no reino dos céus!
Essa tua maneira de ser, atrofia-me, essa tua maneira de ser congestiona todos os meus pensamentos, preenche os meus sonhos, mantém a tua presença constante não so no meu dia-a-dia, mas em cada paço que dou, e em cada bite de electricidade que o meu cerebro emite para o resto do corpo.
Essa tua maneira de ser preenche o vazio, não que havia em mim, mas o que havia na minha cabeça e em tudo a minha volta.
Essa tua estranha forma de ser, mantém-me acordado noites seguidas, possuindo a minha cabeça como pesadelos aterradores que nos fazem tremer nao so do frio interior, mas do pavor de nao estarmos sozinhos, na verdade tu tens o mesmo efeito em mim, não me deixas dormir, fazes-me perder o controlo de mim (tremer), deixas-me com frio, porque nao estas para me aquecer, e nunca me deixas sozinho..
Um dia quando conhecer essa pessoa que me atormenta e bloquia o ritmo normal da minha vida, serei de novo feliz
(A vingança é um prato que se serve frio)
Não para perto de mim, mas para dentro de mim.
Numa noite de convivo soube que existias, bem la no reino dos céus!
Essa tua maneira de ser, atrofia-me, essa tua maneira de ser congestiona todos os meus pensamentos, preenche os meus sonhos, mantém a tua presença constante não so no meu dia-a-dia, mas em cada paço que dou, e em cada bite de electricidade que o meu cerebro emite para o resto do corpo.
Essa tua maneira de ser preenche o vazio, não que havia em mim, mas o que havia na minha cabeça e em tudo a minha volta.
Essa tua estranha forma de ser, mantém-me acordado noites seguidas, possuindo a minha cabeça como pesadelos aterradores que nos fazem tremer nao so do frio interior, mas do pavor de nao estarmos sozinhos, na verdade tu tens o mesmo efeito em mim, não me deixas dormir, fazes-me perder o controlo de mim (tremer), deixas-me com frio, porque nao estas para me aquecer, e nunca me deixas sozinho..
Um dia quando conhecer essa pessoa que me atormenta e bloquia o ritmo normal da minha vida, serei de novo feliz
(A vingança é um prato que se serve frio)
Music
Music makes my world go round,
Somethin’ I love about that sound,
Whenever I put my headphones on,
I can just lay for hours on my lawn,
During my life when I have trouble,
And my inside’s been reduced to rubble,
That’s when my music steps in,
Pulls me out of the state that I’m in,
Maybe the reason I love it so much,
‘Cause my pain it never does touch,
It never gets mad it never yells,
It never disappoints it never fails,
Never ignores, don’t make me cry,
Don’t walk away or make me wanna die,
It doesn’t lie or disbelieve,
And doesn’t try to make me leave,
Music never makes me feel worthless…
…But music can’t ever give me a kiss
Somethin’ I love about that sound,
Whenever I put my headphones on,
I can just lay for hours on my lawn,
During my life when I have trouble,
And my inside’s been reduced to rubble,
That’s when my music steps in,
Pulls me out of the state that I’m in,
Maybe the reason I love it so much,
‘Cause my pain it never does touch,
It never gets mad it never yells,
It never disappoints it never fails,
Never ignores, don’t make me cry,
Don’t walk away or make me wanna die,
It doesn’t lie or disbelieve,
And doesn’t try to make me leave,
Music never makes me feel worthless…
…But music can’t ever give me a kiss
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Geometria descritiva
Sou como um quadrado, fechado, sem aberturas.
Nada entra nem sai, nada se manifesta, nem nada sobressai.
Não entra luz, como uma câmara escura, que simplesmente esta vazia e sem fundamento.
Os quadrados, são objectos, eu não sou mais do que um objecto manipulado pelas forças superiores que fazem a chuva e o mar bater e desgastar as rochas onde embatem.
Sinto que ao ser assim, morro mais facilmente, e mais depressa do que o ritmo natural da vida.
Sou assim, porque não tenho escolha, foi assim que nasci, sem pedir, e sem querer.
Mas assim quero morrer, só assim, não aqui, serei feliz.
Um quadrado, fechado, sem aberturas, um quadrado definido e sem geometria aparente, algo fácil e vulnerável de ser apagado da folha de papel ou da mente de qualquer um.
Geometricamente pensando, será que um quadrado por deixar entrar algo?
A resposta é simples, Não, porque se deixasse não seria um quadrado, e eu não existiria.
assim o preferia.
Nada entra nem sai, nada se manifesta, nem nada sobressai.
Não entra luz, como uma câmara escura, que simplesmente esta vazia e sem fundamento.
Os quadrados, são objectos, eu não sou mais do que um objecto manipulado pelas forças superiores que fazem a chuva e o mar bater e desgastar as rochas onde embatem.
Sinto que ao ser assim, morro mais facilmente, e mais depressa do que o ritmo natural da vida.
Sou assim, porque não tenho escolha, foi assim que nasci, sem pedir, e sem querer.
Mas assim quero morrer, só assim, não aqui, serei feliz.
Um quadrado, fechado, sem aberturas, um quadrado definido e sem geometria aparente, algo fácil e vulnerável de ser apagado da folha de papel ou da mente de qualquer um.
Geometricamente pensando, será que um quadrado por deixar entrar algo?
A resposta é simples, Não, porque se deixasse não seria um quadrado, e eu não existiria.
assim o preferia.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Lampada...
Deixa-me ser a tua luz... aquela luz que em certos momentos tu sentes faltar à tua volta tornando obscuros e fechados os teus caminhos. Dá-me a tua mão...
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
De Lisboa a Lagos.
O tempo passa, a vida corre, e nenhuma delas espera por ti. Se tudo fosse tao simples, se a distancia nao existisse, nem a vida nem o tempo te apanhavam e a felicidade era alcançavel. S.A..
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
porque me sinto triste?
uma pergunta que me faço frequentemente, o sorriso escaceia, na tenho vontade de viver, e sinto-me prisioneiro de mim proprio, sinto-me o meu pior inimigo, a minha alma esta apagada, fria e sem orientação.
As lagrimas são quentes que queimam o rosto como pedaços de chama, tento nao ir abaixo, mas nao sou de ferro, e mesmo o ferro acaba por cair e apodrecer.
Dizem que a esperança é a ultima a morrer, eu nao sei quem ela é, aliás acho que nunca a conheci.
Choro, doem-me as costas do peso da tristesa e dos meus actos.
Olho nos olhos mais puros que com apenas seis meses me fazem verter lagrimas de voltar a ser feliz e sem problemas na vida como ele.
So de pensar, que aqueles momentos de silencio me podem matar em poucos anos, deixo tudo para tras e fico calado de vez, pois ja nem as caixas de valdispert e um copo de agua, fazem o efeito desejado.
É mau eu sei, mas sinto que tenho de escrever estas coisas mais que não seja para um dia ficarem rejistadas do que eu sentia nestes dias de completa tristeza e angustia.
Nestes dias a solidão e a minha unica companhia.
Farto de mim, farto do mundo, farto de tudo.
Hoje senti-me inutil, a caminho de casa, de longe veijo aquelas luzes que toda a gente treme de medo e aperto no coraçao, aquelas luzes que transmitem morte e sofrimento, a poucos metros de mim, paradas, uma ambulancia, e uma rapariga no chão, a mota toda estelhaçada, eu pensei, porque não era eu ali naquele lugar, pois reflito e chego a conclusão de que possivelmente aquela rapariga poderia querer viver e ter gosto nisto, e eu ando livremente sem essa vontade e esse gosto, a vida e realmente injusta.
Sim falsamente digo que ya estou bem ou sim eu vou ter forç e querer, quando dentro digo sinto que estou a ser falso e a ignorar totalmente o que me estao a dizer.
enfim...vai se vivendo e espero anciosamente que me venham buscar...silenciosamente.
uma pergunta que me faço frequentemente, o sorriso escaceia, na tenho vontade de viver, e sinto-me prisioneiro de mim proprio, sinto-me o meu pior inimigo, a minha alma esta apagada, fria e sem orientação.
As lagrimas são quentes que queimam o rosto como pedaços de chama, tento nao ir abaixo, mas nao sou de ferro, e mesmo o ferro acaba por cair e apodrecer.
Dizem que a esperança é a ultima a morrer, eu nao sei quem ela é, aliás acho que nunca a conheci.
Choro, doem-me as costas do peso da tristesa e dos meus actos.
Olho nos olhos mais puros que com apenas seis meses me fazem verter lagrimas de voltar a ser feliz e sem problemas na vida como ele.
So de pensar, que aqueles momentos de silencio me podem matar em poucos anos, deixo tudo para tras e fico calado de vez, pois ja nem as caixas de valdispert e um copo de agua, fazem o efeito desejado.
É mau eu sei, mas sinto que tenho de escrever estas coisas mais que não seja para um dia ficarem rejistadas do que eu sentia nestes dias de completa tristeza e angustia.
Nestes dias a solidão e a minha unica companhia.
Farto de mim, farto do mundo, farto de tudo.
Hoje senti-me inutil, a caminho de casa, de longe veijo aquelas luzes que toda a gente treme de medo e aperto no coraçao, aquelas luzes que transmitem morte e sofrimento, a poucos metros de mim, paradas, uma ambulancia, e uma rapariga no chão, a mota toda estelhaçada, eu pensei, porque não era eu ali naquele lugar, pois reflito e chego a conclusão de que possivelmente aquela rapariga poderia querer viver e ter gosto nisto, e eu ando livremente sem essa vontade e esse gosto, a vida e realmente injusta.
Sim falsamente digo que ya estou bem ou sim eu vou ter forç e querer, quando dentro digo sinto que estou a ser falso e a ignorar totalmente o que me estao a dizer.
enfim...vai se vivendo e espero anciosamente que me venham buscar...silenciosamente.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Uma alma perdida....
Numa noite lenta e pesada, sinto-me a descer a rua, perseguido pelo olhar sufocante das estrelas. Naquela noite, as nunvens tinham resvalado o céu e as ruas jaziam submergidas sob uma lagoa de neblina ardente que fazia pingar os termómetros nas paredes.
Esta noite, estou só.
Nesta vida, fui muitas personagens, no entanto todas elas sós.
Com os meus olhos, vejo as ruas sozinhas, vejo uns poucos carros a seguir a sua monótona vida (ao menos não estão sozinhos) de regresso ou de saida de casa, ou talvez nunca tenham saido dela ou nunca mais la voltem, eu não volto a minha, eu não tenho casa, não estou perdido, mas não sei por onde estou, nem para onde vou.
Descendo a avenida, matutando o que é a vida e qual o seu papel, olho com desdém, para alguém tão sozinho e negro como eu.
Como prometi a mim mesmo, não voltaria mais a casa, não hoje, talvez outro dia, quem sabe se daqui a dez minutos não me dá a vontade e vou lá de novo.
Estou bem sozinho, não tenho anjos para me acompanharem, que eles estejam melhor que eu, que seja ao menos, felizes.
Não gosto da vida, não sei onde está toda aquela beleza que as pessoas dizem sentir, eu cá nunca a senti, nem tenho tal curiosidade.
Sou por natureza ou por defeito pouco feliz, ou simplesmente a vida fez-me assim.
Não tenho qualquer paixão as cores do belo, nem sei apreciar qualquer pintura artistica, porque simplesmente a arte são apenas sonhos, não esses sonhos pintados numa tela.
Eu tenho sonhos, sonhos sem cor, e sonhos bonitos, para algo ser bonito não precisa de cor, precisa apenas de um pouco de inspiração.
Nestas ruas paralelas sem sentido definido relembro, que, precisamente hoje, aos 2 minutos para a meia noite, abandonei o meu corpo, e agora estou finalmente livre.
Cansei-me de olhar as estrelas, e cansei-me de olhar um espelho, e não ver o que sou, mas o que nunca quis ser.
Assim ja posso olhar as estrelas sem cor, e ser livre.
Até os meus olhos parecerem uma braza de um cigarro a queimar-se lentamente, serei apenas uma alma. ainda que perdida.
Esta noite, estou só.
Nesta vida, fui muitas personagens, no entanto todas elas sós.
Com os meus olhos, vejo as ruas sozinhas, vejo uns poucos carros a seguir a sua monótona vida (ao menos não estão sozinhos) de regresso ou de saida de casa, ou talvez nunca tenham saido dela ou nunca mais la voltem, eu não volto a minha, eu não tenho casa, não estou perdido, mas não sei por onde estou, nem para onde vou.
Descendo a avenida, matutando o que é a vida e qual o seu papel, olho com desdém, para alguém tão sozinho e negro como eu.
Como prometi a mim mesmo, não voltaria mais a casa, não hoje, talvez outro dia, quem sabe se daqui a dez minutos não me dá a vontade e vou lá de novo.
Estou bem sozinho, não tenho anjos para me acompanharem, que eles estejam melhor que eu, que seja ao menos, felizes.
Não gosto da vida, não sei onde está toda aquela beleza que as pessoas dizem sentir, eu cá nunca a senti, nem tenho tal curiosidade.
Sou por natureza ou por defeito pouco feliz, ou simplesmente a vida fez-me assim.
Não tenho qualquer paixão as cores do belo, nem sei apreciar qualquer pintura artistica, porque simplesmente a arte são apenas sonhos, não esses sonhos pintados numa tela.
Eu tenho sonhos, sonhos sem cor, e sonhos bonitos, para algo ser bonito não precisa de cor, precisa apenas de um pouco de inspiração.
Nestas ruas paralelas sem sentido definido relembro, que, precisamente hoje, aos 2 minutos para a meia noite, abandonei o meu corpo, e agora estou finalmente livre.
Cansei-me de olhar as estrelas, e cansei-me de olhar um espelho, e não ver o que sou, mas o que nunca quis ser.
Assim ja posso olhar as estrelas sem cor, e ser livre.
Até os meus olhos parecerem uma braza de um cigarro a queimar-se lentamente, serei apenas uma alma. ainda que perdida.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
naquelas noites em branco...
Pois, diz que tu não me sais da cabeça, apesar de te ter tentado escorraçar daqui dentro tu es teimosa e precistes em ficar ai sentada nessa cadeira bem no meio da "estrada" a impedir a passagem e o funcionamento correcto dos meus pensamentos, com esse olhar que nem o sol consegue brilhar mais, fazes-me relembrar as birras de crianças que cruzam os braços fazem beicinho e sentam-se com agressividade, do genero não vou sair daqui, consegues bloquear tudo, não sei porque fazes isso, não sei se é a cadeira que é confortável, ou se sou mesmo eu que estou a ficar louco.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Baterias
Sentado numa cadeira, passado quase um mes sem te contemplar nao com os olhos azuis mas com os olhos invisiveis da alma, sinto-me vazio, sinto-me fraco, sem cor.
Isto, porque falta aqui dentro, aqui bem dentro, o meu pequeno cantinho, o meu pequeno GIGANTE sorriso.
Falta-me sem a inquestionavel duvida, o meu anjo da guarda.
Caso estejas por ai a voar, sabe sempre, que os meus olhos, e o meu sangue, sao de cores vivas, pois tu estas viva em mim. Sabe sempre, que antes de ser um homem, antes de falar, antes de sequer pensar, faço-o porque es tu que carrega as minhas baterias, quando elas precisam de apenas um pouco da tua e só TUA, ENERGIA, so essa tão tua, tão unica, tão minha, e a unica que me move.
So e apenas contigo a completar o nosso eu interior, consigo apreciar a beleza das estrelas, e absorver o calor do sol.
So e apenas contigo, sei ser feliz, sei esboçar um sorriso.
Pois se a minha memória não me falha, foi um dia de meio sol, em que o meu anjo, apareceu de susláio, a olhar-me sem saber quem eu era, nesse dia que te vi passar soube o que me esperava...nesse dia morri...nesse mesmo dia, nasci.
Ao pensar o quão grande, e importante, significa ser, teu amigo.
A palavra a migo, tem muito que se lhe diga, tem muito que deixe a pulga atrás da orelha, mas para te ser sincero, nao te considero amiga, seria um suicidio chamar.te amiga, amigo soa a falsidade, soa a duas pessoas que falam, mas nao se amam.
Não te perguntes porque não te considero amiga, eu faço questão de explicar:
Esta alma que tenho, este ser que sou hoje, isto que escrevo, deve-se ao facto de eu ser feliz, nao de tudo, mas porque simplesmente, te tenho, nao ao meu lado, mas, dentro de mim.
O meu anjo da guarda nao me diz, vai em frente e boa sorte.
Ele pergunta-me por onde é o caminho e diz-me vou contigo.
Só ele sabe o que eu estou a sentir, sem dizer nada, pois como se diz, os olhos são o espelho da alma, e ele sente o que eu sinto e isso basta para eu ser feliz.
Por isso sabe sempre que se nao estas ao pé de mim, se não mato o desejo e o desespero de te contemplar com estes olhos cansados, de tanta vida, e cegos, de ver tanto, eu perco forças, e sinto-me só, pois tu e só tu, és a minha fonte de energia, e a minha meia alma, a minha e só minha MIA.
O que ja fui o que sou ou virei a ser, estás aqui, a voar sobre essa luz branca bem ao meu lado.
amo-te ADG
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Presença.
Quase me esqueci de que não estou sozinho, toco ao de leve o teu rosto.
O coração deixa de sangrar, olho-a a dormir ao meu lado, longe da minha insónia.
Pouco me importa o que possa acontecer quando acordares.
Estás lá, és um ser presente, tanto ali como aqui dentro, no coração de quem escreve, de quem sente da primeira a ultima letra. Olho-te, e isso basta.
O coração deixa de sangrar, olho-a a dormir ao meu lado, longe da minha insónia.
Pouco me importa o que possa acontecer quando acordares.
Estás lá, és um ser presente, tanto ali como aqui dentro, no coração de quem escreve, de quem sente da primeira a ultima letra. Olho-te, e isso basta.
4.47 AM
Esqueço-me de tudo, por isso escrevo, longe do terror ao sismo inesperado das estrelas, escrevo com a certeza de que tudo o que escrevo se apagará do papel no momento da minha morte.
O olhar fugiu pelas brumas das casas,picos das montanhas.
Sinto-me como se tivesse cegado por excesso de olhar o mundo.
Assim ignoro o mundo e a noite que o envolve e devora, deixo escoar o cansaço do corpo pela janela do quarto, fecho os olhos e finjo o sono, e vou pelos lugares desabitados do meu corpo.
São quatro e meia da manhã, pelo menos aqui dentro do meu quarto,
lá fora, é possivel que ainda não seja tão tarde, ou não tenha dado hora nenhuma, ou ainda sedo cedo lá fora e aqui dentro o tempo não exista.
O olhar fugiu pelas brumas das casas,picos das montanhas.
Sinto-me como se tivesse cegado por excesso de olhar o mundo.
Assim ignoro o mundo e a noite que o envolve e devora, deixo escoar o cansaço do corpo pela janela do quarto, fecho os olhos e finjo o sono, e vou pelos lugares desabitados do meu corpo.
São quatro e meia da manhã, pelo menos aqui dentro do meu quarto,
lá fora, é possivel que ainda não seja tão tarde, ou não tenha dado hora nenhuma, ou ainda sedo cedo lá fora e aqui dentro o tempo não exista.
Como um beijo...
O que se pode fazer quando a uma vida para construir? Tudo e nada.
Tudo para fazer, pois nada e facil.
Assim, encara-se a vida com um sorriso, por mais falso que seja.
Assim encara-se a vida como se fosse o primeiro beijo, fecha os olhos, sente o momento, deixa o coração bater a sua velocidade, e se sentires necessidade deixa a lágrima cair, mesmo no fim.
A vida é isso, é um beijo entre ti, e o que ha-de vir.
A vida resume-se a um momento, que quando chega ao fim, se sente que, soube a pouco.
Há que desfrutar dos momentos como se fosse um beijo, com o nervosismo impossivel de evitar, com as borboletas na barriga, com o desejo, com a firmeza, com os olhos fechados.
E tudo vai e volta, depressa ou de vagar, lendo ou rapido, molhado ou seo, just like a kiss.
Tudo para fazer, pois nada e facil.
Assim, encara-se a vida com um sorriso, por mais falso que seja.
Assim encara-se a vida como se fosse o primeiro beijo, fecha os olhos, sente o momento, deixa o coração bater a sua velocidade, e se sentires necessidade deixa a lágrima cair, mesmo no fim.
A vida é isso, é um beijo entre ti, e o que ha-de vir.
A vida resume-se a um momento, que quando chega ao fim, se sente que, soube a pouco.
Há que desfrutar dos momentos como se fosse um beijo, com o nervosismo impossivel de evitar, com as borboletas na barriga, com o desejo, com a firmeza, com os olhos fechados.
E tudo vai e volta, depressa ou de vagar, lendo ou rapido, molhado ou seo, just like a kiss.
Esqueço-me de tudo
Esqueço-me de tudo, da data e das horas, do que oiço e vejo, dos meus sonhos, dos dias e das noites, das estrelas e de becos desconhecidos na noite.
Esqueço-me dos sorrisos, e dos lamentos, esqueço-me da companhia e da eterna solidão,
esqueço-me de onde estou, de onde estive, ou virei a estar, do que vejo, vi ou virei a ver, do que oiço, ouvi ou virei a ouvir.
Esqueço-me de tudo pelo que lutei, pelo que fraquejei, do que ganhei ou perdi.
Do que falo, do que acredito ou acreditei.
Esqueço-me do que sou, do que ja fui e nem penso no que virei a ser.
Esqueço os meus pensamentos, do mais intimo ao mais infinito, do sol e da lua, das estrelas e galaxias, das vozes, do silencio e do barulho.
Esqueço-me do que fascina e o que aterroriza, esqueço-me do bom e do mau, do leve e do pesado, da luz e da escuridão.
Esqueço os meus medos, os meus segredos, das cores escuras ou claras, quentes ou frias.
Abstraio-me de tudo, das tristezas e das alegrias.
Esqueço-me de mim próprio, pois não sou eu.
Eu sou o que escrevo, sou letras e palavras, dentro de linhas e paragrafos, sou metáforas, e adjectivos, repetições, escalas numéricas, sou a expressão de cada palavra, sou verbos e pontos finais, com ou sem sentido.
Esqueço-me do passado, do presente e do futuro.
Esqueço-me de tudo.
Por isso escrevo.
Esqueço-me dos sorrisos, e dos lamentos, esqueço-me da companhia e da eterna solidão,
esqueço-me de onde estou, de onde estive, ou virei a estar, do que vejo, vi ou virei a ver, do que oiço, ouvi ou virei a ouvir.
Esqueço-me de tudo pelo que lutei, pelo que fraquejei, do que ganhei ou perdi.
Do que falo, do que acredito ou acreditei.
Esqueço-me do que sou, do que ja fui e nem penso no que virei a ser.
Esqueço os meus pensamentos, do mais intimo ao mais infinito, do sol e da lua, das estrelas e galaxias, das vozes, do silencio e do barulho.
Esqueço-me do que fascina e o que aterroriza, esqueço-me do bom e do mau, do leve e do pesado, da luz e da escuridão.
Esqueço os meus medos, os meus segredos, das cores escuras ou claras, quentes ou frias.
Abstraio-me de tudo, das tristezas e das alegrias.
Esqueço-me de mim próprio, pois não sou eu.
Eu sou o que escrevo, sou letras e palavras, dentro de linhas e paragrafos, sou metáforas, e adjectivos, repetições, escalas numéricas, sou a expressão de cada palavra, sou verbos e pontos finais, com ou sem sentido.
Esqueço-me do passado, do presente e do futuro.
Esqueço-me de tudo.
Por isso escrevo.
Num dia de chuva.
Uma vez dito, jamais poderá ser esquecido.
Tudo o que escrevo, escrevo para mim,
Lê quem quiser, sente quem conseguir e percebe quem poder.
Escrevo porque tenho tenho a certeza de que tudo o que escrevo se apagara do papel no momento da minha morte.
Escrever é como se tudo estivesse a arder cá bem no fundo, quimando cada pedaço de alma quente de amor, e fria de solidão, queimando todas as memórias que tanto se lutou para manter, queimando, queimando o que mais amas, e o que mais de completa.
Ao soletrar , e escrever , letra a letra, palavra a palavra, frase a frase, aos poucos ja não se sabe o que nos consome, se o fogo, se a força das palavras.
Excrever, é expelir toda a energia em palavras, e aos poucos apaga com a eterna chama o te interior, ainda que la fora esteja a chover.
Tudo o que escrevo, escrevo para mim,
Lê quem quiser, sente quem conseguir e percebe quem poder.
Escrevo porque tenho tenho a certeza de que tudo o que escrevo se apagara do papel no momento da minha morte.
Escrever é como se tudo estivesse a arder cá bem no fundo, quimando cada pedaço de alma quente de amor, e fria de solidão, queimando todas as memórias que tanto se lutou para manter, queimando, queimando o que mais amas, e o que mais de completa.
Ao soletrar , e escrever , letra a letra, palavra a palavra, frase a frase, aos poucos ja não se sabe o que nos consome, se o fogo, se a força das palavras.
Excrever, é expelir toda a energia em palavras, e aos poucos apaga com a eterna chama o te interior, ainda que la fora esteja a chover.
Filho mãe, mãe filho.
Eu não escolhi este lugar, este medo que consome cada particula de sangue, acelarando cada batimento do meu coração, e que tanto desespera pela minha carne.
Medo esse, a que chamamos memórias, ou apenas, fracçoes de tempo que nos marcaram de alguma maneira, quer boa quer má.
E ao pensar nessas memórias que tanto me perseguem e atormentam sem que as consiga parar, com impaciência e persistência que nao sangra nem por um momento.
Quando se parece que tudo se resume a sofrer, pelas fridas dessas memórias, já deveria saber que os milagres nao acontecem, pois as memórias da nossa vida cansada, jamais se vão embora, jamais deixaram de nos atormentar.
Assim só me resta pedir ao céu que chore por mim.
Levanto-me, olho, o que chove la fora.
Sinto-me sozinho, e o meu pensamento nao está acompanhado.
As vezes o que sinto sobrepõe-se ao que eu penso.
Com tudo, sei que a vida é uma metáfora entre o pensamento e a realidade, em destinguir um do outro e que está a dificuldade.
(mãe)
Se o amor se avalia,
Deixemos os génios falarem,
ou que cada mãe grite o seu filho.
A dimensão do amor, é uma infinita parte do que trazemos reflectido na sombra da calçada, o amor é um olhar de susláio á carne que parimos, a verdadeira admiração escorre em cada lágrima vertida ao olhar o do nosso sangue, o verdadeiro amor é o assombro parido no medo de perder quem pari.
Nesta terra tão distante, onde tentamos encontrar quem foram os outros, vejo a quatro olhos, os que tenho e os que te dei, contemplo também que quando for embora, explica que aqui tivemos os dois.
Praga 27.08.2008
Medo esse, a que chamamos memórias, ou apenas, fracçoes de tempo que nos marcaram de alguma maneira, quer boa quer má.
E ao pensar nessas memórias que tanto me perseguem e atormentam sem que as consiga parar, com impaciência e persistência que nao sangra nem por um momento.
Quando se parece que tudo se resume a sofrer, pelas fridas dessas memórias, já deveria saber que os milagres nao acontecem, pois as memórias da nossa vida cansada, jamais se vão embora, jamais deixaram de nos atormentar.
Assim só me resta pedir ao céu que chore por mim.
Levanto-me, olho, o que chove la fora.
Sinto-me sozinho, e o meu pensamento nao está acompanhado.
As vezes o que sinto sobrepõe-se ao que eu penso.
Com tudo, sei que a vida é uma metáfora entre o pensamento e a realidade, em destinguir um do outro e que está a dificuldade.
(mãe)
Se o amor se avalia,
Deixemos os génios falarem,
ou que cada mãe grite o seu filho.
A dimensão do amor, é uma infinita parte do que trazemos reflectido na sombra da calçada, o amor é um olhar de susláio á carne que parimos, a verdadeira admiração escorre em cada lágrima vertida ao olhar o do nosso sangue, o verdadeiro amor é o assombro parido no medo de perder quem pari.
Nesta terra tão distante, onde tentamos encontrar quem foram os outros, vejo a quatro olhos, os que tenho e os que te dei, contemplo também que quando for embora, explica que aqui tivemos os dois.
Praga 27.08.2008
Ao acordar
Acordar e ver algo tão intenso, metafóricamente eras tu.
Adormecer e metafóricamente sonhar, com algo tão intenso como tu.
Ao olhar-te, interrogo-me, será possivel encontrar algo que a ambição não destruiu?
Ao olhar o passado, que a inocencia pariu recordo com alegria, o teu olhar a olhar o meu, nunca haveria eu sentido tamanha esperença, de que tudo aquilo era real.
Adormecer e metafóricamente sonhar, com algo tão intenso como tu.
Ao olhar-te, interrogo-me, será possivel encontrar algo que a ambição não destruiu?
Ao olhar o passado, que a inocencia pariu recordo com alegria, o teu olhar a olhar o meu, nunca haveria eu sentido tamanha esperença, de que tudo aquilo era real.
Madrugada fria.
Madrugada fria
Não consigo dormir,
Acama não é aconchegante
Parece povoada de espinhos
Estou triste , eu sei, e isso não posso mudar
Não há braços para me abraçar
Pois isto seria enganar
"fazer o outro acreditar
que tudo esta bem"
Não sou oportunista,
Que ele durma tranquilo.
Resta-me escrever
Nas palavras me perder
Ser poeta, aprender...
Não consigo dormir,
Acama não é aconchegante
Parece povoada de espinhos
Estou triste , eu sei, e isso não posso mudar
Não há braços para me abraçar
Pois isto seria enganar
"fazer o outro acreditar
que tudo esta bem"
Não sou oportunista,
Que ele durma tranquilo.
Resta-me escrever
Nas palavras me perder
Ser poeta, aprender...
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